Instalação de Centralina Modificada

Publicado por em 5 de Maio de 2009

Aumentar a potência dos carros, e em particular daqueles que são efectivamente utilizados em todo-o-terreno, é uma operação comum entre os praticantes mais entusiastas, e a introdução de módulos electrónicos para gestão do motor facilita bastante a personalização desta reprogramação. O que antes era feito mecanicamente através do ajuste do turbo, e da bomba injectora, agora pode ser tudo feito com recurso a um computador, ajustando parâmetros do mapa de combustível contido na centralina ou ECU (Electronic Control Unit).

Infelizmente, os primeiros modelos equipados com o motor TD5, seja Discovery ou Defender, têm essa informação guardada dentro de uma ROM (Read Only Memory – memória só de leitura), o que implica que para efectuar a reprogramação temos duas opções: ou troca-se a ECU para uma reprogramável, ou abre-se a ECU actual, retira-se a ROM existente, e depois, através de um pequeno socket (peça tipo berço) encaixa-se uma nova memória, já com os novos parâmetros.

O meu Discovery estava equipado com uma ECU não reprogramável, pelo que era necessário abrir a original para se modificar, mas como queria manter a ECU original intacta parti à procura de soluções alternativas. Uma solução seria a aquisição de uma ECU reprogramável, mas estas são raras no mercado de usados, e por isso bastante mais caras face às ECU não reprogramáveis. Além disso, o preparador que se encarregou de efectuar as alterações prefere trabalhar com ROM, pois estas permitem uma melhor protecção dos dados, impedindo que o seu trabalho seja copiado para posterior utilização em outros carros. Apesar de não seja essencial, foi-me recomendado que adquirisse uma ECU igual à original, ou seja, com o mesmo número de peça, o que consegui sem problemas e a preço muito aceitável. Aqui pode-se ver a centralina original, com part number MSB101330.

 

A minha ECU é reprogramável?

Regra geral, os modelos até fins de 2001 não estão equipados com centralinas reprogramáveis, mas a melhor maneira de identificar é retirar a centralina e verificar qual o número de peça inscrito na mesma. Se for do tipo MSBxxxx então a sua centralina não é reprogramável. Caso o número de peça seja NNNxxxx, então o processo é bastante mais simples uma vez que a memória onde está guardada a informação é passível de ser lida e escrita

Num artigo já aqui disponibilizado no site, ilustrei as vantagens da instalação de um intercooler de maiores dimensões (ver artigo aqui), nomeadamente na redução do fumo resultante de uma alteração dos parâmetros originais da ECU. Mas a presença desse intercooler pode ter outro papel, o de permitir uma reprogramação mais ‘agressiva’. Assim, a nova ECU foi alterada tendo em conta que o Discovery à qual se destinava estava equipado com um intercooler mais eficiente que o original. Para conseguir instalar uma nova ECU é preciso ter acesso a um aparelho que consiga ler/escrever dados da ECU. Neste caso utilizei um Nanocom.

Após a troca da ECU, foi feito um teste de estrada com o Nanocom ligado, em modo de leitura de dados, para verificar diversos parâmetros como a pressão do turbo ou a pressão ambiente para podermos detectar eventuais problemas da nova reprogramação. Se, por exemplo, a pressão ambiente lida diminuir bastante com a aceleração, isso indica que o ar após o filtro de ar é menos que o necessário.

No meu Discovery, a única preocupação foi a pressão do turbo, que atingia os 238 Kps lidos pelo Nanocom (retirando 100 Kpa da pressão atmosférica obtemos a pressão máxima atingida pelo turbo: 138 Kpa, ou 1,38 bar). O valor máximo ‘normal’ para a pressão do turbo num Discovery II situa-se nos 1,3 bar (230 Kpa lidos pelo Nanocom). Isto implica que, em situações de esforço como uma subida íngreme e prolongada, o sistema de alarme vai disparar e obrigar o carro a entrar em modo de segurança, com a consequente diminuição de potência. Este modo, além de afectar o turbo, afecta também a resposta do pedal do acelerador.
O Nanocom pode também ser utilizado para detectar eventuais problemas decorrentes da reprogramação, com recurso a um computador portátil e um pequeno teste de estrada para registar os diversos parâmetros num gráfico. Neste caso, os picos assinalados na linha azul indicam zonas onde a pressão do turbo subiu para além dos valores considerados normais, atingindo os 1,38 bar de pressão (assinalado na imagem como Air inlet press = 235.5800).

 

Face a este problema, tinha várias opções de resolução. Poder-se-ia fazer nova reprogramação, ou simplesmente ajustar a válvula Wastegate, mas qualquer uma destas hipóteses tinha como resultado uma diminuição da potência/resposta do carro. A segunda opção tinha ainda como resultados negativos o aumento do fumo expelido pelo escape e o aumento da temperatura na saída. Nenhuma destas opções agradava, e por isso decidi instalar um pequeno módulo electrónico que permite ‘enganar’ a ECU de modo a que esta não se aperceba do ligeiro aumento do turbo face ao seu máximo.

Esta pequena caixa, apelidada de Turbo Booster, é habitualmente utilizada em níveis posteriores de preparação, onde queremos ajustar a pressão do turbo para valores bem superiores aos de origem. Nos modelos de competição, o turbo chega a ser ajustado para 30 psi, mas como a fiabilidade foi um dos factores mais tidos em conta nesta preparação foi decidido não fazer qualquer ajuste adicional.

O resultado final foi muito satisfatório, tanto fora de estrada como em ambiente citadino, com o carro a responder muito melhor e a tornar-se mais ‘leve’ para o condutor, e apesar dos poucos quilómetros feitos com o carro desde a alteração (cerca de 2000) foi possível verificar que o consumo não saiu afectado, e se mantivermos o mesmo tipo de condução e velocidade é possível até verificar um ligeiro decréscimo. Mas com toda esta potência agora disponível, essa tarefa não se mostrou nada fácil!

Resultados no banco de potência.

Um dos passos que considero importantes, em qualquer reprogramação, é a visita a um banco de potência a fim de verificar se as alterações efectuadas estão de acordo com o esperado. Para isso, é preciso fazer dois testes, um com a ECU original e outro com a ECU já modificada. No meu caso a operação foi simples, uma vez que tinha duas ECU, mas no caso em que se altera a ECU original o primeiro teste tem de ser feito e guardado para posterior comparação. Todos os testes devem ser efectuados no mesmo banco de potência, uma vez que os resultados podem ser influenciados pela afinação do banco em si, e infelizmente em Portugal muitos estão ‘desafinados’ para darem resultados superiores aos reais.

Como se pode verificar no gráfico, a curva original e a modificada têm formas semelhantes, e o aumento foi de 36% para a potência (de 140,2 CV para 190,2 CV) e de 31% para o binário (de 279,2 Nm para 365,8 Nm). Mas mais que o aumento de potência ou do binário em si, este teste permitiu verificar com agrado o deslocar do binário máximo, que antes aparecia apenas às 3000 RPM, para perto das 2000 RPM, o que é excelente para conseguir ultrapassar os obstáculos sem a necessidade de dar muita rotação ao motor.

Comparação dos valores antes e depois:

 

Instalação da Centralina.

Passo 1: O primeiro passo é ligar o Nanocom à ficha existente debaixo do volante e ler os seguintes parâmetros da ECU original: códigos dos cinco injectores, e tipo de acelerador (duas ou três vias).

Passo 2: Agora é necessário retirar a ECU antiga e instalar a nova. Dependendo do ano do Discovery pode ser necessário desligar o cabo que liga ao pólo negativo da bateria (não esquecer que antes de desligar o cabo de bateria, a chave tem de ser retirada da ignição, de acordo com o indicado no manual de utilizador). Depois, basta retirar o parafuso que prende a ECU e, com cuidado para não esticar em demasia nenhum cabo, retirá-la do lugar.

Passo 3: De seguida desligam-se as duas fichas da ECU antiga. Se estas fichas estiverem sujas de óleo esta é uma boa oportunidade para as limpar (este problema surge normalmente em modelos anteriores a 2001 e, segundo apurei, a resolução definitiva passa pela substituição dos cabos que vêm dos injectores, pois os cabos mais recentes já não sofrem deste problema).

Passo 4: Gentilmente solta-se a tampa branca na frente da ficha para ter acesso aos conectores.

Passo 5: Agora é necessário localizar na ficha vermelha o pino 6 (com a patilha de encaixe virada para baixo, e olhando para a traseira da ficha, é o 6º fio a contar da direita) que leva o sinal que é necessário interromper. Nos primeiros modelos o fio que está ligado neste pino é branco com bandas amarelas enquanto nos modelos mais recentes é branco com risca amarela.

Passo 6: A seguir solta-se o conector do pino localizado anteriormente utilizando uma pequena chave de fendas.

Passo 7: O cabo solto no passo anterior é agora ligado ao cabo com conector macho que vem do Turbo Booster, e na ficha da ECU encaixa-se o cabo com conector fêmea que vem do Turbo Booster.

Passo 8: Finalmente liga-se o terceiro cabo do Turbo Booster (o que tem um olhal na ponta) a um ponto de massa. O ponto de massa a utilizar depende do sítio onde se fixar o aparelho, neste caso utilizámos a linha de ligações que se encontra por trás da bateria.

Passo 9: O buraco por onde os cabos saem do Turbo Booster é bastante largo, por isso decidi tapá-lo de modo a que se escorrer alguma água pelos cabos, esta não entre no aparelho. Depois, volta-se a encaixar as fichas na nova ECU e meter tudo no lugar.

Passo 10: Os cabos de ligação do Turbo Booster são pequenos, pelo que este terá obrigatoriamente de ficar muito perto da ECU. Por comodidade, decidimos instalá-lo encostado à ECU, onde fica preso entre a base e os contactos da própria ECU, dispensado assim qualquer sistema de fixação.

Passo 11: De regresso ao Nanocom faz-se a leitura dos parâmetros da nova ECU, alterando-os para os valores guardados no passo 1 (código de cada um dos cinco injectores e tipo de acelerador).

Passo 12: Agora, e também com recurso ao Nanocom, escolhe-se a opção ‘Security Code Learn’, para permitir à nova ECU comunicar com os restantes módulos electrónicos do carro.

17 Responses to Instalação de Centralina Modificada

  1. alexandro ferreira

    amigo boa tarde, minha pergunta e ; tem algum procedimento especial para se instalar uma nova ecu no veiculo espero ano 95 cambio manual. estou fazendo esta pergunta devido ao carro ser antigo, fico muito grato se puder responder.

    • Pedro Machado

      Olá, Alexandre.

      Se o seu Discovery é de 95, então estamos a falar de um 300 Tdi… neste caso não se aplica este artigo, uma vez que a gestão do motor não é feita assim e como tal, não tem hipótese de ter uma centralina reprogramada.

      No caso desses modelos, o procedimento comum é abrir um pouco mais a bomba de combustível para ter mais débito, e afinar o turbo para pressões um superiores. Mas é um ajuste manual/mecânico, e não eletrónico.

      Abraço.

  2. alexandro ferreira

    amigo muito obrigado pela dica, pelo que li e consegui entender e que nao ha necessidade de programar a nova. desde ja fico grato ao seu contato em dividir sua sabedoria comigo. vou guardar no coraçao.

  3. António Pires

    Olá Pedro boa noite,
    O “todo o terreno” que faço, fica-se por uns caminhos velhos que poderão ou não ter umas valas com água ou lama. Existe alguma vantagem em programar a centralina para dar mais potência ao TD5? Já me senti tentado em fazê-lo e até contactei a firma TD5 inside para consulta de preços.
    O meu carro é de 2001 (matricula nacional) mas foi montado em 2000 conforme atestam algumas peças do mesmo o que, significa que é igualzinho a todos os níveis aos de 98.
    Portanto a centralina é das “não programáveis” e terá de ser aquele sistema da eprom.
    Resumindo, para um utilizador de 95% estrada e 5% de caminhos velhos, quais são as grandes vantagens que justifiquem uma alteração e um investimento destes?
    Obrigado e um abraço
    A.Pires

    • Pedro Machado

      Olá, António.

      A questão de ter a centralina reprogramada pode ser visto por vários ângulos, desde o comportamento global do carro (mesmo em estrada) até ao todo-o-terreno.
      Com a reprogramação o carro fica mais solto e sente-se menos o peso. Lembro-me de quando reprogramei o meu, da minha esposa comentar (em condução normal, cidade) que o carro ficou “…mais simples de conduzir…” por este fator de se sentir mais solto.

      Agora, na realidade e em todo-o-terreno mais normal, sinceramente acho que dificilmente se justifica o investimento. O carro já é bastante eficiente, e eu apenas notei a falta de força a subir dunas…nos passeios cá em Portugal nunca notei que fizesse grande falta… se não passa em 4ª, passa em 3ª. Agora nas dunas o caso é diferente.

      Portanto, se quer a minha opinião, utilize o dinheiro para outros extra que façam cá mais falta, como um guincho, bons pneus, boa suspensão. Se já tem tudo montado e tem hipótese de gastar mais algum dinheiro com o carro, então força, faça a reprogramação que certamente vai gostar do comportamento do carro.
      Agora um aviso meu: nunca podemos esquecer que estamos a “exigir” do motor mais do que ele vem programado de fábrica para suportar…portanto, eu pessoalmente tenho cuidados extra para assegurar, por exemplo, que em autoestrada não abuso da velocidade que a nova centralina permite. Há que poupar o carro, custou caro!

      Abraço.

  4. António Pires

    Olá Pedro boa noite,
    Como a sua resposta demorou um bocadinho e o técnico estava por aqui, fez-se a reprogramação à centralina. Sinto o carro com mais força, e onde subia em 3ª agora sobe em 4ª e por vezes ainda meto a 5ª. Não o sinto muito assim muito solto como menciona na sua resposta.
    Quando frio, em 1ª é muito brusco e por vezes salta (soluça). e outra coisa que aconteceu, o “Cruise Control” não funciona e funcionava perfeitamente antes desta alteração. Hoje tive que ir a Lisboa e como sempre quando faço auto-estrada ligo o CC e nada.
    Será que posso fazer algo caseiramente ou o homem que fez a reprogramação tem de cá vir?
    Obrigado mais uma vez e desde já peço desculpas por estes incómodos.
    Um abraço,
    António Pires

    • Pedro Machado

      Olá, António.

      Não vejo que relação possa existir entre a reprogramação da centralina a nível de gestão do motor, e o cruise control. Será que mexeram noutra coisa qualquer?

      Quanto a ser brusco quando arranca em primeira, nunca notei nada disso do meu, nem me parece fazer muito sentido…

      Abraço.

  5. Marcelo Queiroz

    Como faço para instalar minha Centralina no uno 2000.
    Comprei uma de segunda mão. Moro em Mario Campos

    • Pedro Machado

      Caro Marcelo,

      nunca tentei trocar uma centralina noutro carro que não no Discovery TD5. A operação é relativamente simples, mas podem existir pormenores inerentes a cada carro que é preciso ter em conta. Por exemplo, no Discovery é preciso configurar os injetores…não faço ideia noutros carros qual o procedimento.

      Abraço.

  6. Marcelo Lourenço de Queiroz

    Muinto obrigado pela informção

  7. Guilherme Costa

    Boas Pedro,

    deixa-me desde já dar~lhe os parabens pelo seu site é extremamente util e demonstra uma grande paixão pelos LR e pela vontade de partilhar o seu conhecimento.
    gostaria que me ajudasse se possivel. adquiri um Discovery TD5 de 99 com cx automatica. tive alguns problemas com a luz do aquecimento da caixa mas pelos vistos é um sensor que precisa de ser trocado.
    E partiram os pernos do coletor de escape devido á reprogramação, foram substituidos por pernos reforçados.
    faço uma utilização fora de estrada mas nada de muito duro, tenho programado começar a fazer umas viagens a marrocos e tunisia.
    Vou preparar o carro e gostaria que me indicasse os pontos mais importantes a rever para evitar ficar apeado.
    um abraço e desde já o meu obrigado.

    • Pedro Machado

      Olá, Guilherme.

      Antes de mais, obrigado pelos elogios ao site. É sempre bom ver que esta “carolice” ajuda alguém!
      Quanto à sua pergunta…não é nada fácil. No que toca a Marrocos, a assistência é possível e portanto as preocupações são menores, mas Tunísia já implica outra preparação.

      No que toca a preparação, para mim o essencial é o carro ser bem cuidado. Faço as revisões a tempo e horas, sempre com material de origem (faço na Land Rover) e desde à muito que sensibilizei a Land Rover onde faço assistência para o cuidado que precisam de ter, devido ao que faço com o carro. No fundo…é pecar um pouco por excesso de zelo.

      Vou-lhe dar um exemplo: o meu está agora a chegar aos 180 mil, e para o ano estou a planear fazer uma expedição grande (Dakar). Tinha de desmontar as caixas para resolver fuga de óleo…Apesar dos KM, a minha embraiagem estava boa…pegava bem, mas como sei o que vou fazer com ele, e já tem 180 mil…mandei trocar. Na altura até questionei a oficina sobre a necessidade de trocar o volante do motor (que é caro!) e depois de desmontarem e verem o estado a resposta foi algo tipo “…num carro de um cliente normal, que anda por aqui em estrada ou TT suave, não trocaríamos…agora no seu caso…é melhor…” e pronto, troquei tudo.

      Antes de uma expedição costumo mandar dar uma vista de olhos nas transmissões, diferenciais, rotoflex, tubagens.
      Quando volto troca de óleo, filtros, e faz reaperto do chassis.

      Depois, nas expedições em si, levo algumas peças sobresselentes. Dependendo da dureza da mesma as peças são mais ou menos, mas algumas vão sempre: balão suspensão, compressor da suspensão , rotoflex, válvula wastegate (já troquei 2 vezes…o sintoma é carro sem potência), um amortecedor da frente e outro da traseira. Em viagens mais exigentes ainda levo um motor de arranque, um alternador… e mais umas coisitas.

      É impossível estar preparado para tudo…mas um carro bem cuidado no dia-a-dia é 80% do trabalho para ir e voltar sem grandes stresses.

      Um abraço.

      • Guilherme Costa

        Boas Pedro,

        Muito obrigado pelas dicas.
        em relação á assistencia do meu carro faço sempre em devido tempo e num mecanico da Land Rover,claro que é dificil estarmos preparados para tudo mas como pretendo fazer umas viagens sem grande grau de dureza julgo ter o carro preparado…
        fiquei mais descansado com a sua resposta e julgo ter na mão um fiel companheiro de viagem!

        Um abraço

  8. Carlos Gouveia

    Boa tarde.
    Eu tenho um land rover defender do ano 2000.
    De um dia para o outro não o consigo por o motor a trabalhar.
    Quando passo a chave oiço a bomba dê gasóleo trabalhar mas o moto não trabalha.
    O que pode ser?
    Já me disseram que é a centraliza.
    Quanto custa uma centlina?

    Obrigado pela ajuda.
    Carlos Gouveia

    • Pedro Machado

      Caro Carlos,

      Quando não consegue colocar a funcionar, não lhe acende nenhuma luz? Isso pode ser muita coisa…desde a centralina do motor (honestamente não era o primeiro local onde iria procurar o problema…), ao imobilizador, a óleo nos cabos da centralina, etc, etc.

      Quando dá à chave, o motor de arranque dá algum sinal, ou nem começa a rodar?

      Abraço.

  9. Marcelo Lourenço de Queiroz

    Tudo funciona so que a luz vermelha de injeção permanece acesa e o motor não segura marcha lenta

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